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Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica
A Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica é composta pelas instituições federais de educação tecnológica, cujas origens remontam ao início do século passado.
A rede teve sua origem em 1909, quando o então presidente da República, Nilo Peçanha, criou 19 Escolas de Aprendizes e Artífices que, mais tarde, dariam origem às Escolas Técnicas Federais, Escolas Agrotécnicas Federais e aos Centros Federais de Educação Profissional e Tecnológica (Cefets).
Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou dia 16 de julho de 2008 o Projeto de Lei 3775/2008 que cria 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia no país. A matéria seguiu para aprovação no Congresso Nacional e foi sancionada pelo presidente em 29 de dezembro de 2008.
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia são instituições de educação superior, básica e profissional, pluricurriculares e multicampi, especializados na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos às suas práticas pedagógicas. Os IFET's compõem a Rede Federal de Educação Profissional e Tecnológica.
O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal e sancionado pela presidência da República em 29 de dezembro de 2008, sendo publicada no Diário Oficial da União em 30 de dezembro de 2008.
O projeto cria 38 Institutos Federais de Educação Tecnológica em todo o país, sendo que todos os estados serão contemplados com pelo menos uma unidade escolar. Entre os estados beneficiados com mais de um instituto estão Minas Gerais, com cinco, Rio Grande do Sul, com três, e Rio de Janeiro, Goiás, Bahia, Pernambuco e Santa Catarina, com dois cada um.
Instituto Federal do Sul de Minas, mediante integração da Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes, Escola Agrotécnica Federal de Machado e Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho.
O IFET-Sul de Minas foi criado, de acordo com a Lei 11.892/2008, mediante integração das Escolas Agrotécnicas Federais de Inconfidentes, de Machado e de Muzambinho. Sua Reitoria será instalada em Pouso Alegre.
Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho
A Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho teve sua origem quando, em 31 de dezembro de 1948, a Comunidade Muzambinhense entregou à União a gleba de terra necessária para a instalação da Escola, obedecendo ao acordo firmado entre as partes em 22 de outubro de 1948.
Foi inaugurada oficialmente, em 22 de novembro de 1953, com a presença das mais importantes autoridades governamentais da época: o Presidente da República, Getúlio Dornelles Vargas, o Governador de Minas Gerais, Juscelino Kubitschek de Oliveira, o então Ministro da Justiça Tancredo de Almeida Neves, o Ministro da Agricultura, João Kleófas, o Senador da República, Assis Chateubriand, trazidos pelo muzambinhense Licurgo Leite Filho, Deputado Federal.
Ao longo de toda a sua existência, esta Escola esteve permanentemente ligada ao Ensino Agrícola. De forma ininterrupta, desempenhou sua função na formação de profissionais ligados à Agropecuária, numa prática educativa que sempre privilegiou a cidadania crítica, com grande sucesso. A Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho é, tradicionalmente, uma Instituição de grande importância, prestígio e destaque na sub-região do sudoeste mineiro.
Na sua existência sempre ligada ao Ensino Agrícola, recebeu três denominações: de 1953 a 1964, Escola Agrotécnica de Muzambinho; de 1964 a 1979, Colégio Agrícola de Muzambinho e pelo Decreto nº 83.935 de 04/09/1979 até 28/12/2008, Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho.
Essa lei eleva a Escola Agrotécnica de Muzambinho, a categoria de Universidade Federal e terá, aqui, vários cursos superiores (Veterinária, Agronomia, Nutrição, Zootecnia, entre outras).
A expectativa e previsão é que a cidade receba em alguns anos mais de 5.000 alunos.
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